MARCA SETEMETROS

Bem Vindo Visitante Nº

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Seleção Feminina define grupo para o Mundial

O técnico da Seleção Feminina de Handebol, o dinamarquês Morten Soubak, definiu hoje (30) as 16 jogadoras que vão disputar o Mundial, que começa sexta-feira (2), em São Paulo. As 15 atletas que conquistaram a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara foram mantidas. A pivô Alessandra completa a lista.

Outras três jogadoras fizeram parte do grupo que treina desde o dia 19 para o Mundial: a goleira Mayssa e as centrais Tayra e Débora. Alessandra foi a escolhida, segundo Soubak, pelo fato de ser a mais adequada ao esquema tático utilizado pelo Brasil.

"Vamos manter o grupo que deu certo no Pan. Jogamos com três defensoras, e a Alessandra, que é forte e tem uma forma física boa, vai contribuir com esse sistema que estamos utilizando", justificou o treinador.

A estreia do Brasil no Mundial será às 21h desta sexta-feira (2) contra Cuba, no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. A Seleção está no Grupo C, que tem ainda as seleções da França, Romênia, Tunísia e Japão.

Amistoso - O amistoso entre Brasil e Noruega, marcado para as 19h30 de hoje (30), em Santos, foi cancelado por um erro técnico de manutenção da quadra. Até aqui, a Seleção disputou três jogos preparatórios para o Mundial, com três vitórias: 28 a 24 contra a Espanha no sábado (26), em São Bernardo do Campo; 30 a 27 contra a Holanda no domingo (27), em São Bernardo, e 28 a 24 ontem (29), contra Montenegro, em Santos.

Confira  abaixo a lista definitiva para o Mundial:

Goleiras: Chana Masson (Randers, da Dinamarca) e Bárbara Elisabeth Arenhart, a Babi (Hypo, da Áustria)
Pontas: Alexandra Priscila do Nascimento (Hypo), Jéssica da Silva Quintino (A.D. Blumenau), Fernanda França da Silva (Hypo) e Samira Pereira da Silva Rocha (Hypo);
Armadoras: Mayara Fier de Moura (Mios Bigamos, da França), Ana Paula Rodrigues (Hypo), Francine Camila de Moraes (Hypo), Deonise Fachinello Cavaleiro (Itxaco, da Espanha), Eduarda Idalina Amorim, a Duda (Gyor, da Hungria), Silvia Helena Pinheiro (Hypo) e Moniky Karla Novais Bancilon (Metodista/São Bernardo);
Pivôs: Daniela Piedade, a Dani (Hypo); Fabiana Diniz, a Dara (Bera-Bera, da Espanha) e Alessandra Medeiros (ADC Santo André).
 
Fonte: Photoegrafia

domingo, 27 de novembro de 2011

Pinheiros vence a Metodista e é tricampeão da Liga

Pinheiros Campeão da Liga
Gabriel Inamine/Photo&Grafia

O Esporte Clube Pinheiros (SP) conquistou hoje (27) o tricampeonato da Liga Nacional Masculina de Handebol. Na final, disputada no Ginásio Adib Moyses Dib, em São Bernardo do Campo, a equipe derrotou a Metodista/São Bernardo (SP) por 26 a 24 (13 a 11 no primeiro tempo). Foi o quarto título do torneio na história do clube. Além de ter levantado o caneco nas três últimas temporadas, também foi campeão em 2007.

Donos das melhores campanhas na fase classificatória (a Metodista terminou em primeiro, e o Pinheiros em segundo), as duas equipes fizeram uma partida eletrizante do início ao fim. A Metodista, que estava invicta no campeonato, começou melhor e esteve à frente no placar durante quase todo o primeiro tempo. O Pinheiros, porém, se recuperou e foi para o intervalo em vantagem.
No segundo tempo, a equipe de São Paulo teve boa produção ofensiva e chegou a abrir quatro gols de vantagem, mas o time de São Bernardo não se deu por vencido. Acertou a defesa e virou o jogo, mas pecou nas finalizações nos minutos finais, diferentemente do Pinheiros, que tomou a dianteira e levou o caneco.
"Foi um jogo muito difícil. A Metodista é muito forte. Fizemos um excelente trabalho ao longo da temporada e merecemos o título", disse o técnico Sérgio Hortelan. "Foi sensacional. Essa palavra define o que foi o campeonato. Tivemos muita vontade de vencer e isso não tem preço", completou o goleiro Maik, um dos destaques da equipe.
Apesar da derrota, o técnico da Metodista, José Ronaldo do Nascimento, o SB, viu méritos em seu grupo. "Faltou um pouquinho de sorte. O time soube se superar no segundo tempo, mas os dois minutos que tomamos no final (o ponta Pato foi punido e ficou fora do jogo por esse período) foi determinante para o Pinheiros ser campeão. Isso nos prejudicou muito. Agora é dar sequência ao trabalho no ano que vem."
Terceiro lugar - Na preliminar, o TCC/Unitau/Unimed/Tarumã/Taubaté (SP) derrotou o Unopar Londrina/Sercomtel (PR) por 23 a 20 (11 a 9 para o Londrina no intervalo) e ficou com a medalha de bronze.
"Quando você entra num playoff decisivo, é sempre para ser campeão. Não deu e fomos buscar o bronze. Estamos felizes. Agora, vamos trabalhar para, nos próximos anos, conquistar o ouro", disse o técnico do Taubaté, Marcus Ricardo de Oliveira. Na semifinal, o clube foi superado pela Metodista.
Já o técnico do Londrina, Giancarlos Ramirez, afirmou que o time estava desmotivado para a disputa do terceiro lugar: "A equipe tinha condições de ser finalista. Ontem (26), fizemos um bom jogo na semifinal contra o Pinheiros, mas chegamos desmotivamos hoje."
Pinheiros: Marcão (goleiro), Matzinho, Zeba, Bruno Santana, Aleph, Santos, Peão, Thiagus, Maik (goleiro), Tchê, Diógenes, Matheus, Osvaldo, Gui e Vanini. Técnico: Sérgio Hortelan
Metodista: Ferrugem (goleiro), Diogo Hubner, Japa, Pato, Carlito, Tupan, Vini, João (goleiro), Chiuffa, Guga, Mão, David, Will, Teixeira, Didier e Guilherme. Técnico: José Ronaldo do Nascimento, o SB.

Fonte: Photoegrafia

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Semi Finais da Liga Nacional Masculina começam amanhã(26), decisão será no domingo (27)

A Liga Masculina de Handebol terá seus finalistas definidos amanhã (26). Esporte Clube Pinheiros (SP) e Unopar Londrina/Sercomtel (PR) abrem as semifinais às 17h30 no Ginásio Adib Moyses Dib, em São Bernardo do Campo (SP). Em seguida, às 19h15, jogam Metodista/São Bernardo (SP) e TCC/Unitau/Unimed/Tarumã/Taubaté (SP).
Como fizeram melhor campanha na fase de classificação, Metodista e Pinheiros precisam de um empate no tempo normal para ficar com a vaga na final, que será disputada no domingo (27), às 17h. A ESPN Brasil vai transmitir as partidas ao vivo, com exceção da definição do terceiro lugar, às 15h, na preliminar da disputa pelo ouro.
"Estamos há muito tempo sem jogar com a equipe completa por conta dos jogadores que estavam no Pan com a Seleção", disse o técnico do Pinheiros, Sérgio Hortelan, referindo-se aos goleiros Maik e Marcão, aos armadores Zeba e Thiagus e ao pivô Bruno Santana, que estiveram em Guadalajara. "Nosso grupo é forte e, quando se junta, a energia é muito boa. Como Londrina também é muito bom, temos certeza de que será um jogo com nível muito alto", completou.
O Londrina, que terminou a fase de classificação em terceiro lugar, encara a partida contra o Pinheiros, dono da segunda melhor campanha no geral, como o jogo do ano. "Se for preciso, temos de dar mais do que 100%", disse o técnico Carlos Ramirez.
Na outra semifinal, o Taubaté, quarto colocado na primeira fase, vai tentar surpreender a Metodista, única invicta no torneio, com 11 vitórias e um empate. "Vamos enfrentar um grande time, mas sabemos das nossas condições. Estamos muito confiantes", disse o técnico Marcus Ricardo de Oliveira.
Para Marcus, o fato de o jogo ser em São Bernardo, cidade do adversário, terá peso relativo. "Jogar contra a Metodista é sempre difícil. Em casa, eles terão certa vantagem, com a torcida para ajudar. Mas acredito que isso vai interferir muito pouco no resultado", completou.
O fator casa, aliás, nem é levado em conta pela Metodista. "Como treinamos no Baetão (Ginásio Vitório Zanon), lá é nossa casa. No Poliesportivo (Ginásio Adib Moyses Dib), vai ser um jogo em campo neutro", garante o técnico José Ronaldo do Nascimento, o SB.
 
Fonte: Photoegrafia

Seleção enfrenta Espanha em amistoso amanhã, às 21h, em São Bernardo

A uma semana de sua estreia no Campeonato Mundial Feminino de Handebol, a Seleção Brasileira começa, definitivamente, a entrar no clima da competição. A equipe faz amanhã (26) o teste inicial para o torneio, em amistoso contra a Espanha, às 21h, no Ginásio Adib Moyses Dib, em São Bernardo do Campo (SP). Será a primeira partida desde a conquista da medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, no dia 23 de outubro.
A seleção está reunida desde sábado e concentrada em Santo André na preparação para o Mundial, que será realizado pela primeira vez nas Américas. Hoje (25),  elas seguem à tarde para São Bernardo, onde treinarão no Ginásio Poliesportivo, uma das quatro sedes do torneio. As outras são São Paulo, Barueri e Santos. 
O técnico do Brasil, o dinamarquês Morten Soubak, quer ver na prática o que foi trabalhado durante a semana. "Vamos fazer alguns testes, mas, principalmente, ganhar ritmo de jogo e ver como funciona os tipos de defesa que treinamos", disse o teinador . Ele elogiou as adversárias de amanhã e acha que o duelo será um ótimo teste para as suas comandadas. "A Espanha utiliza uma forma mais aberta de defesa. Será bom enfrentar uma equipe assim."
A armadora Deonise, que joga no Itxako, e a pivô Dara, que joga no Bera Bera, ambos da Espanha, vão encontrar colegas de clube do outro lado da quadra. Capitã do Brasil, Dara garante, porém, que isso não vai diminuir a rivalidade. "Elas não querem perder, e a gente também não. Jogamos juntas e conhecemos praticamente todas as atletas, mas agora é cada uma por seu país", disse a atleta, que fez uma ressalva. "Como primeira partida, vamos encontrar muita dificuldade, porque a carga física vai pesar um pouco. O estilo espanhol nos oferecerá um bom teste, e o Morten poderá avaliar o trabalho", acrescentou.
Espanha e Brasil não estão no mesmo grupo no Mundial. As brasileiras ficaram na Chave C, sediada em São Paulo, ao lado de Cuba, Romênia, França, Tunísia e Japão. Já as espanholas caíram no Grupo B, em Barueri, junto com Rússia, Holanda, Cazaquistão, Coreia do Sul e Austrália..  
O jogo contra as espanholas será o primeiro de quatro amistosos que o Brasil fará até a estreia no Mundial, no dia 2 de dezembro, contra Cuba, no Ibirapuera. No domingo (27), a adversária será a Holanda, às 19h, também em São Bernardo. Na terça (29) e quarta-feira (30), os desafios serão contra Montenegro e Noruega, respectivamente, às 19h30, em Santos.

Fonte: Photoegrafia

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Dani Piedade vislumbra medalha no Mundial

O atletismo quase roubou da Seleção Brasileira de Handebol uma de suas estrelas. Em 1995, aos 16 anos, a pivô Dani Piedade, como é chamada, ainda era Daniela de Oliveira Piedade e competia no salto em distância e nos 100m rasos. Federada, a paulistana tinha o handebol apenas como mais um dos esportes que praticava na escola e nem imaginava que, hoje, estaria às vésperas de disputar seu quinto Campeonato Mundial, em São Paulo, torneio em que espera conquistar uma inédita medalha.  
"Estamos evoluindo cada vez mais e acredito que essa é uma das melhores equipes que o País já teve. A maioria das meninas joga na Europa e está acostumada com carga grande de treinamentos e jogos. Estamos confiantes e, com certeza, vamos superar 2005", disse a jogadora, referindo-se ao sétimo lugar no Mundial da Rússia, melhor colocação do Brasil na história da competição. "Eu, particularmente, acredito no bronze. Claro que precisamos ter espírito de grupo e jogar bem, mas o nível do nosso handebol nos coloca entre as primeiras. Se pensarmos pequeno, não alcançaremos nosso objetivo", completou.
Depois de quatro edições - Itália/2001, Croácia/2003, Rússia/2005 e França/2007 - Dani sentirá o gosto mais do que especial de competir em casa. "Vai ser emocionante. O coração está a mil e a ansiedade é imensa. Quando entrei no avião, no caminho para o Brasil, a hora não passava. Vai ser muito importante contar com o apoio da família e de toda a torcida brasileira, que poderá nos conhecer um pouco mais."
O pai de Dani, seu Francisco, teve papel fundamental em sua escolha. Foi ele quem deu um empurrãozinho decisivo para o futuro da filha. "Eu estava cansada, fazendo muitas coisas ao mesmo tempo na escola e treinava praticamente sozinha para o atletismo. Então, ele falou para eu optar por uma modalidade e eu fiquei com o handebol", contou a jogadora, hoje com 32 anos.
A partir daí, a carreira da pivô deslanchou. Em 1997, fez teste na Hebraica (SP) e passou. Jogou lá até 1998. Nos três anos seguintes, atuou no Jundiaí, time em que conheceu a então técnica Rita Orsi, atual supervisora da Seleção. Em setembro de 2001, quando tinha 21 anos, o austríaco Hypo bateu em sua porta. "O clube veio fazer uma temporada no Brasil. Um empresário me viu jogando e fez uma proposta. Fui para a Áustria no começo de 2002 para atuar na base. Em seis meses, comecei no time principal e, em 2003, estreei na Champions League (Liga Europeia)."
O começo foi muito difícil, especialmente pela dificuldade do idioma e por causa do frio. "Cheguei no inverno, com neve. Eu treinava de três a quatro vezes por dia, era bem puxado. Além disso, as atletas de lá, na época, não acreditavam no meu potencial. Tive de batalhar bastante para mostrar o quanto sou capaz. Graças a Deus, acho que hoje tenho reconhecimento, não só dentro da equipe, mas na Europa toda. Valeu muito a pena", lembrou-se Dani, que completa dez anos de Hypo em janeiro e abriu as portas para uma parceria entre o clube europeu e a Confederação Brasileira de Handebol (CBHb): hoje, o time conta com oito atletas do Brasil.
Na Seleção adulta, Dani acumula 11 anos de história. Sua estreia foi em novembro de 2000, em uma edição do Pan-Americano de Seleções, competição em que conquistou o título quatro vezes. Ela também tem na bagagem o tricampeonato dos Jogos Pan-Americanos (Santo Domingo/03, Rio de Janeiro/07 e Guadalajara/2011).
Em clubes, tem os títulos paulista e brasileiro com o Jundiaí e, pelo Hypo, levantou nove taças da Liga Austríaca, tendo sido eleita a melhor pivô nas últimas seis edições. Além disso, disputou duas finais da Champions, ficando com duas pratas. Outras competições que marcaram a vida de Dani  foram as Olimpíadas de Atenas/2004 e de Pequim/2008, além dos quatro Mundiais. Do último - China/2009 -, não pôde participar por conta de compromissos com o seu time. Agora, o sinal está verde para fazer, mais uma vez, história. 

sábado, 19 de novembro de 2011

EHF Champions League Mas hoje(19) as 16hs

Daqui a pouco as 16hs jogão de handebol, os Espanhoes do Reale Ademar Leon enfrentam os dinamarqueses do AG Kobenhavn, não percam a esse jogo ao vivo.
Reale Ademar Leon x AG Kobenhavn

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Mundial Feminino terá dupla brasileira na arbitragem

O Brasil quer fazer bonito no Campeonato Mundial Feminino de Handebol, entre 2 e 18 de dezembro, em São Paulo, não só marcando gols, mas no apito também. Integrantes do quadro de arbitragem da Federação Internacional de Handebol (IHF) desde 2003, Rogério Aparecido Pinto e Jesus Nilson Aires Menezes serão os únicos árbitros a representar o País na competição.
A parceria entre a dupla começou em 1996, quando Rogério e Nilson foram indicados para um curso da Confederação Brasileira de Handebol. Eles já apitaram em Olimpíadas (2008, em Pequim), Jogos Pan-Americanos (2007, no Rio de Janeiro, e 2011, em Guadalajara) e Mundiais masculinos (2007, na Alemanha; 2009, na Croácia, e 2011, na Suécia), e também no Mundial Juvenil, em 2005, no Catar. Agora, os dois vivem a expectativa de estrear em um Mundial Feminino.
"Já trabalhamos em quatro Mundiais masculinos e participar de um feminino é um estímulo para a gente", disse Rogério, de 41 anos, morador de Santa Bárbara D'Oeste, no interior de São Paulo. "Queremos dar o nosso melhor no torneio. Fizemos boas partidas em janeiro (no Mundial masculino) e fomos bem avaliados. Acho que podemos ir longe no torneio, quem sabe apitando a fase final", completou Nilson, que vive em São Paulo e também tem 41 anos.
Outros 28 árbitros da Europa, África e América do Sul estarão no Mundial. Se os brasileiros tiverem boas atuações, a chance de serem escalados para os Jogos Olímpicos de Londres, no ano que vem, é grande. Por isso, a preparação é forte.
"O condicionamento físico é diário. Nos preparamos como se fôssemos atletas. Eu corro cinco vezes por semana, de 8 km a 10 km por dia. Fazemos a leitura das regras e vemos vídeos, como se fosse um treinamento. Além disso, temos os jogos para apitar", explicou Rogério, que é professor de educação física e presidente da Liga de Handebol do Estado de São Paulo. "A nossa responsabilidade é muito grande", completou Nilson, que trabalha como representante comercial.
O entrosamento em quadra é fruto da experiência da dupla e do conhecimento do esporte. Ambos são ex-jogadores, embora não tenham se profissionalizado. Rogério apita desde 1989, quando conciliava a função com a carreira de jogador e o atletismo. Em 1991, ele decidiu ser árbitro e fez um curso na Federação Paulista de Handebol. Já Nilson começou no apito em 1991 por se achar muito baixo (1,63m) para jogar handebol profissionalmente. "A arbitragem me possibilitou realizar o sonho de ir a Mundiais e Olimpíadas. Fiz a escolha certa. Como jogador, não chegaria nem à seleção paulista", brincou.

Fonte: Photoegrafia